quarta-feira , 20 setembro 2017
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10 respostas sobre o Renault Kwid – Nilton Saciotti

Dúvidas sobre o Kwid:

1 -Por que o Kwid é barato?

É um automóvel totalmente novo, sua plataforma foi desenvolvida para ser um carro barato, forçando a redução de custos. Pequenos detalhes com 3 parafusos em cada roda ou mesmo os botões do vidro elétrico no painel ajudam, além de uma rigorosa licitação de fornecedores, a maioria asiáticos.

2 -Como irão entregar os carros negociados na pré-venda?

Me confirmaram que irão obedecer ao contrato assinado, o primeiro lote será todo entregue até o final de setembro e o segundo até final de novembro.

3 -Quais as vantagens de quem adquiriu na pré-venda?

A garantia de entrega antes das vendas feitas diretamente nas concessionárias que só receberão aquando acabar a fila da pré-venda possivelmente em novembro, além de 5 anos de garantia quando o normal será 3 a ainda a primeira revisão grátis.

4 -O motor é 1.0 é fraco?

É o mesmo motor utilizado no Sandero e Logan porem foi redimensionado para o Kwid pesando 8 quilos a menos e com 70 cavalos, mas levando em conta que a carroceria é menor, 748 kg contra 1.300 do Sandero), a relação peso potência do sub compacto é menor que a dos compactos deixando o carro mais ágil.

5 -O Kwid é um S.U.V.?

No Brasil o nome SUV foi um pouco distorcido desde que a Fiat lançou a série Adventure, que acabaram chamados de utilitários urbanos, e o lançamento do primeiro Ecosport derivado do Fiesta. A partir daí todos começaram a elevar as suspenções e acessórios que deixam o carro com imagem mais robusta foram apelidados de SUV. O simples fato do Kwid ter 18 cm de altura do solo, ângulo de entrada 24º e 45º de saída fazem ele ser nomeado de SUV.

6 -O carro é espaçoso?

Não, o Kwid é um sub compacto, ou seja, um dos menores carros comercializados, assim como o Mobi, Up! e Ka, ou mesmo Mini e Smart. É um carro para uso urbano pelo tamanho e economia. Apesar de pequeno cabe tranquilamente 4 adultos, já 5 se sentirão em uma lata de sardinha.

7-  O Kwid é seguro?

O carro vem com alguns dispositivos de segurança não encontrado até em categorias mais caras como air bags laterais além dos dianteiros, isofix a cadeirinha infantil é fixada diretamente no monobloco, regulagem de altura do cinto de segurança, alerta de uso do cinto para o passageiro. A reprovação do modelo indiano no crash test. assustou e a concorrência usa essa informação. Mas várias modificações foram feitas no modelo brasileiro, que pesa mais que o fabricado na Índia (790 kg contra 680 kg), e modificações obrigatórias por lei aqui como reforço da coluna B e longarinas além de freios ABS, A filial local da Renault criou um grupo de trabalho com 290 pessoas, que fizeram nada menos que 35 testes de impactos mas teremos que espetar a Latincap realizar os testes.

8- O carro nacional tem peças indianas?

Sim, 40% das peças do nacional são importadas da índia, mas por motivo de custos, mesmo com imposto aduaneiro de 30%, os indianos conseguem entregar quase metade do carro mais barato do que qualquer empresa brasileira, mas a Renault Brasil afirma que 80% das peças são diferentes das usadas no carro asiático, entre aços de maior resistência, reforços, novos equipamentos e isolamento acústico reforçado, o peso aumenta em 160 kg,

9- O motor é econômico?

Bem por enquanto precisamos acreditar nos números divulgados pela Renault Os que são: Faz de 0 a 100 km/h em 15,5 s com gasolina e 14,7 s com etanol. A máxima seria de 152 km/h com gasolina e 156 km/h com o combustível vegetal. O consumo divulgado é animador: 15,2 km/l com gasolina e 10,5 km/l com etanol em ciclo urbano nos dois casos. Estes números animadores são da versão básica Life, que tem 780 kg – os mais completos podem ser até 70 kg mais pesados.

10 – Por que lançaram o Kwid só na Índia e Brasil?

O sonho do atual CEO da Nissan-Renault o brasileiro Carlos Ghosn sempre foi o lançamento de um carro barato. Escuto ele falar isso desde lançamento pela Tata indiana do Nano um carro que em 2.009 foi lançado a preço de US$ 2.000, e não emplacou mesmo no mercado do país que não existem restrições de segurança. O principal motivo foi ser simples demais. Ghosn aproveitou a experiência do concorrente e em 2015 colocou o Kwid primeiramente na mesma Índia, mas com design avançado, bonito e com vários “mimos” indispensáveis para quem quer um mínimo de conforto.

 

 Nilton Saciotti é publicitário e jornalista (MTB – 04871) especializado em automóveis desde 1.996 escreve para o jornal curitibano BEM PARANÁ e o site tudoauto.com.br.

Sobre Nilton Saciotti

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